Piso radiante vs. radiadores: que sistema se adequa melhor ao seu edifício?
A escolha entre piso radiante e radiadores é uma das decisões mais relevantes num projeto de construção nova ou de reabilitação. Ambos os sistemas têm o seu lugar – mas qual é o mais adequado ao seu caso concreto? Neste artigo comparamos fundamentos técnicos, dados de potência e campos de aplicação, com foco nas condições e regulamentação em Portugal.
Fundamentos técnicos
Piso radiante segundo a EN 1264 (aplicação em Portugal)
O piso radiante hidráulico é um sistema de aquecimento de superfície, em que tubos de aquecimento são embebidos na betonilha (ou em sistemas secos). A transferência de calor faz‑se principalmente por radiação (cerca de 60%) e por convecção (cerca de 40%).
Em Portugal, a conceção destes sistemas segue a norma europeia EN 1264 – Sistemas de aquecimento e arrefecimento integrados em superfícies, aplicada em conjunto com o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação (REH) e o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS), ambos enquadrados pelo Decreto‑Lei n.º 101‑D/2020, que estabelece o Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE).
| Parâmetro | Valor de referência (EN 1264 / prática em PT) |
|---|---|
| Temperatura de ida de referência | 35°C |
| Temperatura de retorno de referência | 30°C |
| Temperatura interior de referência | 20°C |
| Sobretemperatura de referência | 12,5 K |
| Potência típica de referência | 75 W/m² (sistema húmido) |
| Temp. máx. da superfície (zonas de permanência) | 29°C |
| Potência máx. em zona de permanência | ~100 W/m² |
| Potência máx. em zona periférica | ~175 W/m² |
Radiadores segundo a EN 442
Os radiadores convencionais (de painel, seccionados, tubulares) transmitem o calor sobretudo por convecção (70–80%) e em menor grau por radiação (20–30%).
Em Portugal, a seleção e dimensionamento de radiadores baseia‑se na norma europeia EN 442 – Radiadores e convetores, articulada com o cálculo de cargas térmicas de aquecimento segundo a EN 12831 (implementada no âmbito do REH/RECS e do SCE).
| Parâmetro | Valor de referência (EN 442) |
|---|---|
| Temperatura de ida de referência | 75°C |
| Temperatura de retorno de referência | 65°C |
| Temperatura interior de referência | 20°C |
| Sobretemperatura de referência | 50 K |
| Potência típica de referência | 2.650 W/m² (tipo 22) |
| Expoente do radiador | 1,30–1,35 |
Diferença importante: As potências normalizadas de ambos os sistemas são medidas em condições completamente distintas e, por isso, não são diretamente comparáveis. Um radiador tipo 22 com 2.650 W/m² de potência nominal parece muito mais “forte” do que um piso radiante com 75 W/m² – mas estes valores correspondem, respetivamente, a 75/65/20°C e 35/30/20°C.
Comportamento de potência em comparação
Diagrama temperatura–potência
A questão decisiva é: que potência térmica fornece o sistema para uma determinada temperatura de ida?
| Temperatura de ida | Piso radiante | Radiador tipo 22 |
|---|---|---|
| 35°C | 75 W/m² (100%) | ~140 W/m² (5%) |
| 40°C | 95 W/m² | ~230 W/m² (9%) |
| 45°C | 100 W/m² (máx.) | ~350 W/m² (13%) |
| 50°C | 100 W/m² (máx.) | ~500 W/m² (19%) |
| 55°C | 100 W/m² (máx.) | ~690 W/m² (26%) |
| 65°C | – | ~1.100 W/m² (42%) |
| 75°C | – | 2.650 W/m² (100%) |
Porque é que o piso radiante se comporta assim?
O piso radiante tem um limite físico bem definido:
- Temperatura máxima da superfície: Nas zonas de permanência, a superfície do pavimento não deve ultrapassar 29°C (conforto térmico e saúde, em linha com a EN 1264 e com os critérios de conforto do REH).
- Transmissão de calor através da betonilha: Mesmo com temperaturas de ida mais elevadas, a potência é limitada pela temperatura máxima admissível da superfície.
- Comportamento quase linear: No intervalo permitido, a potência aumenta praticamente de forma linear com a sobretemperatura (expoente ≈ 1,0).
Máximo físico: Um piso radiante pode fornecer, em zonas de permanência, no máximo cerca de 100 W/m², independentemente de quão alta seja a temperatura de ida. Acima da barreira dos 29°C, o pavimento torna‑se desconfortavelmente quente.
O comportamento exponencial dos radiadores
Os radiadores apresentam um comportamento fortemente não linear:
- Expoente n = 1,30–1,35: A potência diminui de forma mais do que proporcional quando se reduzem as temperaturas.
- A 55/45°C (ΔT = 30 K), um radiador fornece apenas ~26% da sua potência nominal.
- A 45/35°C (ΔT = 20 K), apenas ~13% da potência nominal.
Adequação a bombas de calor
Fator de desempenho sazonal e temperatura de ida
A eficiência de uma bomba de calor (avaliada pelo fator de desempenho sazonal, SCOP ou, em português, fator de desempenho sazonal – FDS) depende fortemente da temperatura de ida:
| Temperatura de ida | FDS típico (bomba de calor ar‑água) | Consumo elétrico |
|---|---|---|
| 35°C | 4,5–5,0 | Muito baixo |
| 45°C | 3,5–4,0 | Baixo |
| 55°C | 2,8–3,2 | Médio |
| 65°C | 2,2–2,6 | Elevado |
Piso radiante = parceiro ideal da bomba de calor
| Vantagem | Explicação |
|---|---|
| Temperatura de ida baixa | 35–40°C são, na maioria dos casos, suficientes |
| FDS elevado | Custos de eletricidade até cerca de 40% mais baixos |
| Grande massa de acumulação | Efeito tampão da betonilha |
| Resposta lenta | Combina bem com o regime de funcionamento das bombas de calor |
| Distribuição uniforme de calor | Menos correntes de convecção |
Radiadores com bomba de calor
Radiadores modernos, bem dimensionados, também podem funcionar de forma eficiente com bombas de calor:
| Condição | Recomendação |
|---|---|
| Tipo de radiador | Tipo 22 ou, idealmente, tipo 33 |
| Dimensionamento | 1,5–2× a carga térmica calculada |
| Temperatura de ida | Máx. 55°C, idealmente 45°C |
| Equilíbrio hidráulico | Essencial em qualquer instalação |
Regra prática: Com temperatura de ida de 55°C, um radiador tem de ser cerca de 4× maior do que a 75°C para cobrir a mesma carga térmica!
Vantagens e desvantagens em resumo
Piso radiante
O piso radiante destaca‑se pela temperatura de ida reduzida, tipicamente 35–40°C, o que o torna o parceiro ideal para bombas de calor, em linha com as metas de descarbonização definidas no Plano Nacional Energia e Clima (PNEC 2030). O calor distribui‑se de forma uniforme no espaço, sem elementos visíveis, permitindo liberdade de mobiliário e contribuindo para um ambiente mais higiénico, dado que há menos movimentação de poeiras por convecção. A radiação térmica suave é, em geral, percecionada como particularmente confortável.
Por outro lado, o sistema é lento a reagir – podem passar horas até que a temperatura de um compartimento aumente de forma sensível. Os custos de investimento são significativamente superiores aos dos radiadores e a instalação exige uma altura de construção adicional de cerca de 5–10 cm. As reparações são mais complexas, uma vez que os tubos estão embebidos na betonilha. Nem todos os revestimentos de pavimento são adequados (alcatifas espessas reduzem a potência), e o limite físico de cerca de 100 W/m² pode ser problemático em edifícios antigos não reabilitados com cargas térmicas elevadas.
Radiadores convencionais
Os radiadores respondem rapidamente – o calor torna‑se percetível em poucos minutos. Os custos de investimento mais baixos e a facilidade de instalação tornam‑nos atrativos em reabilitações. Quando necessário, é possível obter elevada densidade de potência, as reparações ou substituições são simples e qualquer tipo de revestimento de pavimento é compatível.
O reverso da medalha: os radiadores convencionais requerem temperaturas de ida elevadas, na ordem dos 55–75°C, o que reduz significativamente a eficiência de uma bomba de calor. A distribuição de calor é menos homogénea (mais quente junto ao teto, mais frio ao nível do pavimento) e a convecção favorece a circulação de poeiras. Os radiadores são elementos visíveis que podem limitar a disposição do mobiliário. Além disso, o expoente de 1,30–1,35 implica que a potência diminui de forma mais do que proporcional quando se baixam as temperaturas de funcionamento.
Recomendações de aplicação
Construção nova com bomba de calor
Em edifícios novos em Portugal, a primeira escolha técnica é claramente o piso radiante, pois permite tirar o máximo partido da eficiência da bomba de calor e facilita o cumprimento dos requisitos do REH e das metas de edifícios com necessidades quase nulas de energia (nZEB), definidos no Decreto‑Lei n.º 101‑D/2020.
Uma exceção frequente é a instalação de um toalheiro aquecido na casa de banho, não só para aquecer toalhas, mas também para aquecimento rápido após a ventilação. Em compartimentos pouco utilizados, como um quarto de hóspedes, um radiador pode ser vantajoso se se pretender aquecimento rápido apenas quando necessário.
Reabilitação com bomba de calor
Em reabilitação, a recomendação depende da situação de partida: se os radiadores existentes estiverem generosamente dimensionados, podem ser mantidos – desde que se realize um equilíbrio hidráulico adequado. Radiadores subdimensionados devem ser substituídos por modelos maiores (por exemplo, de tipo 11 para tipo 33), de forma a permitir temperaturas de ida mais baixas.
Se estiver prevista a substituição de betonilhas ou uma intervenção profunda nos pavimentos, pode justificar‑se a instalação de piso radiante. Nas casas de banho, a combinação de piso radiante com toalheiro aquecido é, muitas vezes, a solução mais confortável. Em edifícios antigos não reabilitados, com cargas térmicas superiores a 100 W/m², radiadores de grande dimensão ou soluções híbridas são, na prática, inevitáveis.
Soluções híbridas
Em muitos casos, uma combinação de ambos os sistemas oferece o melhor compromisso. Na sala e na cozinha, o piso radiante assegura uma base de conforto térmico. A casa de banho beneficia da combinação de piso radiante com toalheiro aquecido. No quarto, o piso radiante ou um pequeno radiador são, em geral, suficientes. Em espaços como escritório ou atelier, onde se pretende resposta rápida, os radiadores são mais adequados. O quarto de hóspedes, utilizado esporadicamente, pode ser aquecido de forma rápida e pontual com um radiador.
Cálculo no simulador de carga térmica
Introduzir corretamente o piso radiante
No nosso simulador de carga térmica pode introduzir sistemas de piso radiante como emissores de calor:
| Parâmetro | Significado |
|---|---|
| Tipo | Piso radiante em sistema húmido/seco |
| Comprimento do compartimento | Comprimento da área aquecida |
| Largura do compartimento | Largura da área aquecida |
| Área a deduzir | Área sob móveis fixos (não aquecida) |
Lógica de cálculo: Para pisos radiantes, a potência é calculada de forma análoga à EN 1264 – linear com a sobretemperatura e limitada a um máximo de 100 W/m² nas zonas de permanência.
Comparação de potência para diferentes temperaturas
| Sistema | A 35/30/20°C | A 45/35/20°C | A 55/45/20°C |
|---|---|---|---|
| Piso radiante húmido (16 m²) | 1.200 W | 1.600 W (máx.) | 1.600 W (máx.) |
| Radiador tipo 22 (1,6 m × 0,5 m) | 112 W | 275 W | 525 W |
| Radiador tipo 33 (1,6 m × 0,5 m) | 154 W | 378 W | 722 W |
Indicações de otimização
Para compartimentos com piso radiante, o nosso simulador de carga térmica apresenta:
- ✅ Sem recomendações de substituição – sistemas de aquecimento de superfície são, em princípio, ideais para bombas de calor
- ✅ Indicação da potência máxima – os limites físicos do sistema são considerados
- ✅ Aviso em caso de sobrecarga – quando a carga térmica >100 W/m²
Análise de viabilidade económica
Custos de investimento
| Sistema | Custo por m² | Para 120 m² de área útil |
|---|---|---|
| Piso radiante sistema húmido | 50–80 €/m² | 6.000–9.600 € |
| Piso radiante sistema seco | 70–120 €/m² | 8.400–14.400 € |
| Radiadores (tipo 22) | 25–40 €/m² de carga térmica | 3.000–4.800 € |
| Radiadores (tipo 33) | 35–55 €/m² de carga térmica | 4.200–6.600 € |
Custos de exploração com bomba de calor
| Sistema | Temperatura de ida | FDS | Custos anuais de eletricidade* |
|---|---|---|---|
| Piso radiante | 35°C | 4,5 | ~900 € |
| Piso radiante | 40°C | 4,0 | ~1.000 € |
| Radiadores (otimizados) | 45°C | 3,7 | ~1.080 € |
| Radiadores (standard) | 55°C | 3,0 | ~1.330 € |
| Radiadores (instalação antiga) | 65°C | 2,4 | ~1.670 € |
*Hipótese: necessidade anual de aquecimento de 12.000 kWh, preço da eletricidade de 0,30 €/kWh
Poupança a longo prazo: Os custos de investimento mais elevados do piso radiante tendem a amortizar‑se através de custos de exploração mais baixos. Com uma poupança anual de 400–600 €, o período de retorno situa‑se, tipicamente, entre 10 e 15 anos.
Enquadramento regulamentar e incentivos em Portugal
Normas e regulamentos de desempenho energético
Em Portugal, o desempenho energético dos edifícios e o dimensionamento dos sistemas de aquecimento são enquadrados principalmente por:
- Decreto‑Lei n.º 101‑D/2020, que estabelece:
- O Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE), gerido pela ADENE;
- O Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação (REH);
- O Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS).
- EN 12831 (cálculo da carga térmica de aquecimento), aplicada em Portugal no âmbito do SCE.
- EN ISO 6946 (cálculo de coeficientes de transmissão térmica – valores U), utilizada para o dimensionamento da envolvente térmica e para cumprimento dos limites de U‑valor definidos no REH/RECS.
- EN 14511 / EN 14825 (desempenho de bombas de calor, incluindo SCOP/FDS), relevantes para a seleção de equipamentos.
Os regulamentos nacionais estabelecem valores máximos de U para paredes, coberturas, pavimentos e vãos envidraçados, bem como requisitos mínimos de eficiência para sistemas técnicos de edifícios, incluindo bombas de calor e sistemas de emissão de calor de baixa temperatura, como o piso radiante.
Certificação energética e etiquetagem
Todos os edifícios novos e a maioria das transações imobiliárias (venda, arrendamento) exigem um Certificado Energético emitido no âmbito do SCE. A classe energética (de A+ a F) tem em conta:
- Qualidade da envolvente (valores U calculados segundo a EN ISO 6946);
- Eficiência dos sistemas de aquecimento, arrefecimento e AQS (incluindo bombas de calor e temperaturas de funcionamento);
- Contribuição de energias renováveis (solar térmico, fotovoltaico, etc.).
Os equipamentos individuais (bombas de calor, caldeiras, radiadores elétricos, etc.) seguem a etiqueta energética da UE, com classes de eficiência e informação sobre consumo anual, em conformidade com os regulamentos europeus de conceção ecológica e etiquetagem energética.
Incentivos e apoios financeiros em vigor
Em Portugal, os apoios variam ao longo do tempo, mas, à data, destacam‑se:
-
Programa “Edifícios Mais Sustentáveis” (Fundo Ambiental)
- Apoia medidas como:
- Instalação de bombas de calor de alta eficiência;
- Substituição de sistemas de aquecimento ineficientes;
- Melhoria da envolvente térmica (isolamento de paredes, coberturas, pavimentos, substituição de janelas);
- Instalação de sistemas solares térmicos e fotovoltaicos.
- Apoios típicos:
- Comparticipações entre 65% e 85% do investimento elegível, com tetos máximos por medida (por exemplo, vários milhares de euros para bombas de calor e isolamento, dependendo da fase do programa).
- Elegibilidade:
- Edifícios de habitação existentes em território continental;
- Proprietários ou co‑proprietários;
- Cumprimento de requisitos técnicos mínimos (por exemplo, classe de eficiência dos equipamentos, espessuras de isolamento, etc.).
-
Incentivos fiscais
- Possibilidade de dedução em sede de IRS de parte das despesas com:
- Intervenções de melhoria da eficiência energética;
- Instalação de sistemas de energias renováveis (solar térmico, fotovoltaico, bombas de calor).
- As condições e limites são atualizados anualmente no Orçamento do Estado.
-
Programas regionais e municipais
- Alguns municípios e comunidades intermunicipais disponibilizam apoios complementares (por exemplo, reduções de taxas urbanísticas ou pequenos subsídios para reabilitação energética).
- Em projetos de maior escala, podem existir linhas de financiamento específicas no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e de programas regionais do Portugal 2030.
Em vez de BAFA/KfW: Ao contrário da Alemanha, Portugal não dispõe de entidades como a BAFA ou o KfW. Os apoios à eficiência energética e às energias renováveis são geridos sobretudo pelo Fundo Ambiental, pela ADENE (no âmbito do SCE) e por programas financiados pelo PRR e por fundos europeus, complementados por incentivos fiscais.
Conclusão
Essencial a reter: Do ponto de vista técnico, o piso radiante é o sistema de emissão de calor ideal para bombas de calor em edifícios em Portugal – permite temperaturas de ida baixas e, consequentemente, a máxima eficiência sazonal, facilitando o cumprimento do REH e a obtenção de boas classes no Certificado Energético. O limite físico de cerca de 100 W/m² é suficiente para edifícios novos bem isolados e para edifícios existentes energeticamente reabilitados. Em edifícios antigos sem intervenção na envolvente, com cargas térmicas elevadas, radiadores de grande dimensão ou soluções híbridas são, muitas vezes, a opção mais realista. O nosso simulador de carga térmica reconhece automaticamente sistemas de aquecimento de superfície e considera o seu comportamento específico ao estimar a potência disponível.
Experimente agora: Ir para o simulador de carga térmica com cálculo para piso radiante
Artigos relacionados
- Otimização de radiadores: aquecer de forma eficiente com o dimensionamento correto
- Como interpretar corretamente os resultados do cálculo de carga térmica
- Valor U explicado: compreender o coeficiente de transmissão térmica
Fontes
- EN 1264-1 a 1264-5: Sistemas de aquecimento e arrefecimento integrados em superfícies
- EN 442: Radiadores – Potência térmica
- EN 12831-1: Cálculo da carga térmica de aquecimento
- EN ISO 6946: Componentes de construção e elementos de construção – Resistência térmica e transmissão de calor
- Decreto‑Lei n.º 101‑D/2020: Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios (REH/RECS) e Sistema de Certificação Energética (SCE)
- Fundo Ambiental – Programa “Edifícios Mais Sustentáveis”